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JSON, Base64, hash, UUID, timestamp e outras miudezas do dia a dia de quem programa.

Todo programador tem uma lista mental de tarefas pequenas que aparecem toda semana: formatar um JSON que veio numa linha só, decodificar um Base64, gerar um UUID para um teste, entender qual data é aquele timestamp no log, codificar um parâmetro de URL.

São operações de trinta segundos que, somadas, consomem um tempo desproporcional — principalmente quando a alternativa é abrir o console do navegador e escrever a mesma linha de código pela milésima vez.

Dados e formatos

O formatador e validador de JSON indenta, minifica e, quando o JSON é inválido, aponta a posição do erro — o que resolve a parte mais chata, já que a mensagem padrão dos parsers raramente diz onde está o problema. O codificador Base64 e o codificador de URL fazem a ida e a volta das duas codificações que mais aparecem em API e integração.

Identificadores e datas

O gerador de UUID cria identificadores v4 em lote. O conversor de timestamp Unix traduz entre timestamp e data legível — e deixa a unidade explícita, porque confundir segundos com milissegundos é a causa clássica de datas aparecendo no ano de 1970 ou daqui a mil anos.

Segurança

O gerador de hash calcula SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 usando a Web Crypto API nativa do navegador — não uma reimplementação em JavaScript. Duas ressalvas honestas que também estão na página da ferramenta: SHA-1 é criptograficamente fraco e só deve ser usado por compatibilidade com sistemas antigos; e hash genérico não é a forma correta de guardar senha de usuário, para isso existem bcrypt, Argon2 e scrypt.

Nada do que você colar aqui sai do seu navegador, o que torna estas ferramentas seguras inclusive para depurar payload com dado real.